A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou hoje a aplicação de medidas que reduzam a exposição aos campos electromagnéticos, embora tenha lembrado que não foram demonstrados os efeitos negativos que uma exposição prolongada a eles pode ter sobre a saúde.
O Comite Assessor Internacional da OMS realizou na segunda e terça (dias 18 e 19) sua 22ª reunião em Genebra, da qual participaram cerca de 50 especialistas de países como Peru, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.
O organismo recomendou que, assim que forem construídos novos equipamentos e aparelhos, incluindo os electrodomésticos, sejam exploradas novas formas para reduzir a exposição aos campos electromagnéticos.
No entanto, a OMS lembrou que as pesquisas não conseguiram estabelecer uma relação de causa e efeito entre a exposição aos campos eléctricos de baixa frequência e doenças como a leucemia infantil e patologias neuronais e cardiovasculares.
Os especialistas recomendaram aos governos e à indústria que façam uma análise dos efeitos desconhecidos que os campos electromagnéticos podem ter, assim como programas que permitam compartilhar informações sobre a questão.
Por outro lado, a organização lembrou que existe um guia internacional com medidas para controlar as fontes de radiação que podem superar os limites recomendáveis, já que as exposições curtas, mas altas, têm consequências negativas sobre a saúde.
FONTE: globo.com
(http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL54920-5603,00.html)
O Comite Assessor Internacional da OMS realizou na segunda e terça (dias 18 e 19) sua 22ª reunião em Genebra, da qual participaram cerca de 50 especialistas de países como Peru, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.
O organismo recomendou que, assim que forem construídos novos equipamentos e aparelhos, incluindo os electrodomésticos, sejam exploradas novas formas para reduzir a exposição aos campos electromagnéticos.
No entanto, a OMS lembrou que as pesquisas não conseguiram estabelecer uma relação de causa e efeito entre a exposição aos campos eléctricos de baixa frequência e doenças como a leucemia infantil e patologias neuronais e cardiovasculares.
Os especialistas recomendaram aos governos e à indústria que façam uma análise dos efeitos desconhecidos que os campos electromagnéticos podem ter, assim como programas que permitam compartilhar informações sobre a questão.
Por outro lado, a organização lembrou que existe um guia internacional com medidas para controlar as fontes de radiação que podem superar os limites recomendáveis, já que as exposições curtas, mas altas, têm consequências negativas sobre a saúde.
FONTE: globo.com
(http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL54920-5603,00.html)

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